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Contos de assombro - Acervo 11

Charles Nodier, E. T. A. Hoffmann, Edgar Allan Poe, Edith Wharton, Émile Zola, Emilia Pardo Bazán, Guy de Maupassant, Horacio Quiroga, Humberto de Campos, Ivan Turguêniev, João do Rio, Leonid Andrêiev, Leopoldo Lugones, Luigi Pirandello, M. R. James, Medeiros de Albuquerque, Robert Louis Stevenson, Virginia Woolf, Washington Irving · Carambaia · 2019 · brochura · 256 p.

Sobre

Autores

Ivan Turguêniev (1818-1883) foi um dos expoentes do realismo russo em suas múltiplas vertentes narrativas (conto, romance, drama), ao lado de nomes como Dostoiévski ou Tolstói. Seu romance Pais e filhos (1862), reconhecidamente uma obra-prima, ainda é continuamente relançado.

E. T. A. Hoffmann (1776-1822), nascido em Königsberg, mesma cidade do filósofo Immanuel Kant, é um dos nomes mais conhecidos e expressivos do Romantismo alemão. Hoffmann logo se destacou por suas narrativas plenas de inventividade e ironia e pela tonalidade musical, mesmo operística, que impunha a suas novelas, seus contos e romances – era também crítico musical e compositor. Não por acaso, Jacques Offenbach homenagearia o autor alemão na ópera Les contes d’Hoffmann, tornando-o protagonista da trama. Seu gosto, algo peculiar e irônico, pelo macabro, por outro lado, marcaria criadores como Edgar Allan Poe, Charles Dickens e Nikolai Gógol.

 Luigi Pirandello (1867-1936), nasceu na Sicília (Itália) em 1867. Começou a carreira literária escrevendo poesia, em seguida romances e narrativas breves. Foi o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1934 e suas poderosas e tragicômicas farsas antecipam diretamente o teatro do absurdo de Ionesco, Adamov ou Genet. Morreu em Roma em 1936.

Robert Louis Stevenson (1850-1894), nasceu em Edimburgo e ao longo da vida viveu em várias cidades da Europa, dos Estados Unidos, Austrália e ilhas do Pacífico. Criador de livros tão fundamentais quanto O estranho caso de Dr. Jekyll e Sr. Hyde e A ilha do tesouro, é responsável por todo um imaginário de viagens fantásticas e acontecimentos improváveis.

M. R. James (1862-1936) foi um típico scholar britânico, erudito e estudioso reservado, medievalista influente, catedrático do King’s College de Cambridge e do Eton College. Escreveu diversos contos de terror fantástico, sobrenatural, renovando o gênero “histórias de fantasmas”. A influência desse discreto professor inglês que gostava de ambíguos fantasmas foi imensa: autores tão díspares quanto H. P. Lovecraft, William Fryer Harvey ou Kingsley Amis prestaram homenagem ao estilo inconfundível de sobrenatural produzido por James.

Émile Zola (1840-1902) é consagrado como criador e representante máximo da escola do naturalismo literário, com atuação libertária na política (especialmente no conhecido caso Dreyfus). O escritor francês é principalmente conhecido por romances como Germinal e Nana, ou a saga dos Rougon-Macquart, mas sua ficção foi bem mais multifacetada: uma produção rica e variada, que inclui narrativas breves e novelas, publicada em revistas e jornais da época.

Washington Irving (1783-1859), contista, biógrafo, historiador e diplomata norte-americano, ficaria famoso por contos como Rip Van Winkle e The Legend of Sleepy Hollow, que exploram elementos góticos, alegóricos e fantásticos em uma ambientação distante dos clichês góticos centrados nas “trevas” da Idade Média.

Horacio Quiroga (1878-1937), contista, dramaturgo e poeta uruguaio, é dono de um estilo inconfundível e influente – entre o naturalismo e a narrativa de horror – que inspirou prosadores mais inclinados à ironia e à brutalidade, como o argentino Roberto Arlt. Teve a vida pontuada por tragédias, mortes, acidentes, culminando no próprio suicídio, aos 58 anos de idade. 

Leonid Andrêiev (1871-1919), escritor russo, teve uma vida que parece extraída dos romances da poderosa tradição realista russa, com episódios de miséria e lances dramáticos, como um suicídio não consumado. Seus contos, novelas e peças de teatro abordam temas espinhosos (como as atrocidades e os males da guerra) dentro de uma atmosfera de horror e espanto, tanto causados pela percepção de um mal bastante humano como pela consciência do vazio como ameaça e possibilidade metafísica.

João do Rio (1881-1921), pseudônimo de Paulo Barreto, foi um autor fundamental no jornalismo e na literatura brasileira. De produção multifacetada – jornalista, cronista, tradutor e dramaturgo –,ultrapassou

Ficha técnica

Autor
Charles Nodier, E. T. A. Hoffmann, Edgar Allan Poe, Edith Wharton, Émile Zola, Emilia Pardo Bazán, Guy de Maupassant, Horacio Quiroga, Humberto de Campos, Ivan Turguêniev, João do Rio, Leonid Andrêiev, Leopoldo Lugones, Luigi Pirandello, M. R. James, Medeiros de Albuquerque, Robert Louis Stevenson, Virginia Woolf, Washington Irving
Tradutor
Ari Roitman, Fábio Bonillo, Ivone Benedetti, Maria Aparecida Barbosa, Maurício Santana Dias, Paula Costa Vaz de Almeida, Paulina Wacht, Tamara Sender
Idioma original
Não
ISBN
9788569002642
Ano
2019
Páginas
256
Formato
Brochura
Dimensões
13 x 20 x 1,7 cm
Acabamento
Brochura com orelhas e cinta
Projeto gráfico
Bloco Gráfico
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