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Memórias de um empregado

Federigo Tozzi · Carambaia · 2015 · brochura · 144 p.

Sobre

Federigo Tozzi (1883-1920) nasceu em Siena, na Itália, oitavo filho do casal Ghigo e Annunziata – e o único que sobreviverá à infância. Expulso por mau comportamento do colégio, vai estudar belas artes. Perde a mãe aos 12 anos e, em 1902, abandona os estudos. Inicia correspondência com “Annalena”, pseudônimo usado por sua futura mulher, Emma Palagi. Essas cartas serão reunidas posteriormente no livro Novale (1925). Após uma briga violenta, rompe com o pai e, em 1908, passa em um concurso e começa a trabalhar na estação ferroviária de Pontedera. Com a morte do pai, no mesmo ano, volta a Siena, casa-se com Emma e instalam-se na propriedade da família em Castagneto.

Em 1910 tem um poema e um conto publicado em uma revista e escreve uma primeira versão de Memórias de um empregado, já na forma de diário. Publicará alguns livros de poesia às suas expensas, até que muda-se para Roma e passa a frequentar os círculos literários. Conhece Luigi Pirandello, Alfredo Panzini, Grazia Deledda e Giuseppe Antonio Borgese. Após a entrada da Itália na Primeira Guerra, alista-se como voluntário no serviço de imprensa da Cruz Vermelha.

Publica diversos contos em revistas e jornais e, por indicação de Pirandello, começa a trabalhar no suplemento literário do jornal Il Messaggero. Em 1920, depois de ter lançado dois romances, Con gli occhi chiusi e Três cruzes – o único lançado no Brasil – estava preparando a publicação de Il podere e Memórias de um empregado, quando fica gravemente doente, vítima da gripe espanhola. Morre em 21 de março, deixando várias obras inéditas, que foram publicadas postumamente. Memórias de um empregado sai em 1927.

Ficha técnica

Autor
Federigo Tozzi
Tradutor
Maurício Santana Dias
Idioma original
Italiano
ISBN
9788569002055
Ano
2015
Páginas
144
Formato
Brochura
Dimensões
12 x 16 x 1,4 cm
Acabamento
Brochura com capas extensíveis
Projeto gráfico
Paula Astiz
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