nish

A Joia das Sete Estrelas

Bram Stoker · Trinca Literária · 280 p.

Sobre

No meio da noite, o advogado Malcolm Ross é chamado às pressas à casa do egiptólogo Abel Trelawny: o velho foi encontrado inconsciente no próprio quarto, ferido, cercado das relíquias que trouxe do Egito — entre elas o sarcófago da rainha Tera e uma joia gravada com sete estrelas. As instruções que ele deixou por escrito são precisas e inquietantes: ninguém deve retirá-lo daquele quarto, sob nenhuma circunstância. Alguma coisa ali dentro está agindo. E não é deste tempo.

Bram Stoker publicou A Joia das Sete Estrelas em 1903, seis anos depois de Drácula, no auge da egiptomania britânica — a febre por múmias, tumbas e escavações que tomou conta da Inglaterra. Londres discutia ocultismo e arqueologia nos salões e nos jornais, e Stoker despejou tudo isso no romance: a ciência de ponta da época, o misticismo egípcio e o medo do que se traz de volta de uma tumba junto com o ouro.

É um dos livros que consolidaram a maldição da múmia na ficção — antes de Hollywood, antes até da abertura da tumba de Tutancâmon, em 1922. Boa parte do imaginário de múmias do século XX descende daqui. E, ao contrário de Drácula, o romance permaneceu quase invisível por aqui: um clássico do horror vitoriano que o leitor brasileiro simplesmente não tinha como encontrar nas livrarias — até agora.

Ficha técnica

Autor
Bram Stoker
Tradutor
Ana Júlia Galvan
Título original
The Jewel of the Seven Stars
Páginas
280
Ver na loja